O mundo encantado de JC

Conhecer Paris é subir escadas

Março 7, 2007 · Nenhum Comentário

JC em Paris

O nome “cidade-luz” certamente se refere a algum tipo de lamparina, porque “luz” significando eletricidade (como na conta de luz) certamente não é, pois se o fosse esperaríamos ver mais elevadores nos pontos turísticos.

Tenho certeza de que subi mais de 1000 degraus naquele sábado. Uns 300 no Arco do Triunfo, uns 400 para o primeiro andar da Torre Eiffel, mais uns 300 nas subidas para o quarto do albergue, que ficava no último andar e, claro, não tinha elevador, e ainda me fiz o favor de esquecer a carteira no quarto e tive que repetir a inglória subida…

A foto mostra JC na escada espiralada que leva ao topo do Arco do Triunfo, monumento erigido para festejar as últimas glórias militares da história da França, sob o comando de Napoleão. Depois dele, a França virou uma mulher de malandro em termos bélicos.

Falando em Napoleão, comprei um livro sobre ele na lojinha de souvenires lá em cima. Taí uma personalidade interessante sobre quem eu sempre quis aprender mais. Napoleão por pouco não foi sequer francês, ele nasceu na Ilha de Córsega um ano depois de ela ter sido “vendida” à França para saldar dívidas dos Estados Italianos quebrados na época.

Pois digo: Napoleão estava preopado demais com suas campanhas militares, e se esqueceu de ampliar ainda mais a supremacia de Paris como a grande capital do mundo à sua época. Podia muito bem ter instalado elevadores por todos os cantos, fazendo tremer de inveja seus rivais e facilitando a vida dos pobres visitantes…

Categorias: Filosofia · Turismo
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