O mundo encantado de JC

Kingston-Upon-Thames

Fevereiro 5, 2007 · 2 Comentários

E os subúrbios de Londres vão me encantando cada vez mais e se tornando opções sérias para sediar a próxima morada de nosso amigo JC. A questão é, no centro de Londres o gasto com moradia é exorbitante por apartamentinhos muito pequenos. No subúrbio, pelo mesmo valor, pode-se ter uma casa de verdade, com escada, quartos para o computador e para os hóspedes, uma cozinha dentro da qual se possa comer, um jardim para fazer churrascos ou tomar sol no varão.

Nesse sábado fui para Kingston, e aprendi que um subúrbio pode ser muito mais que simplesmente um bairro afastado. Kingston é uma micro-Londres, e possui toda a infra-estrutura e lojas famosas que voce encontra em Oxford Street. É um bairrinho pacato na beira de um fino Rio Tamisa, e de trem se chega a Waterloo em 20 minutos.

Claro que essa história de andar de trem é algo que eu vou ter que aprender a fazer melhor. Cheguei em Kingston por volta das 3 no sábado, encontrei Débora Fletcher e Fabian Katayama, e lá pelas 10 (ou 8 pints de Becks e Stella depois) resolvemos ir para outra balada em Putney. Após um sanduíche de Red Angus no Burger King, fomos à estação. Demorei para entrar no trem e ele saiu sem me esperar, carregando meus dois comapnheiros de noitada. Fiquei de encontrá-los na estação de Wimbledon (pois é, Wimbledon continua existindo depois que o torneio de tênis acaba…) mas sem sucesso, o que me fez retornar para Waterloo e em seguida St. John’s Wood, onde tive meu merecido descando da balada frustrada.

Ainda assim, imagino que é só passar mais uns 2 ou 3 risículos como esse e estarei vacinado contra as ciladas da ferrovia. E Kingston continua encabeçando a lista dos locais que darão a JC uma morada a partir de 2008.

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